As flores que murcharão - III

Postado por ás 3 comentários
Hey minna o/ mais uma vez, novamente de volta lol
Postando mais um capitulo da minha fic, na verdade eu postaria a ultima parte dela, mas, todavia, contudo...
Decide dar uma chance a fic e aumentar alguns capítulos, calma não vai ser uns 10 O.o, uns dois a três xD
Então, vamos ao que interessa, a fic *--*


As flores que murcharão III

Na manhã seguinte, bem cedo, precisamente assim que o galo cantou, já estávamos prontas para ir ao aeroporto de Joinville. Esperamos apenas mais uns três minutos até o táxi chegar, então colocamos minha mala média na porta malas e partimos, no caminho passávamos por uma parte do campo de orquídeas, fintei meus olhos nela. Na verdade, eu me despedia mentalmente de tudo que vivera nesta cidade, além de me lamentar por não ter vivido muito mais. No aeroporto a Senhora Carmem, me fez companhia até o embarque, assim que houve a primeira chamada do voou, me dirigi à fila.

- Rose querida sentirei sua falta – disse me dando um abraço apertado – sabe que sempre que quiser voltar só é ligar e estarei de braços abertos lhe esperando - disse em meio a choramingo. – Diga a sua tia Leda que sentimos a sua falta no festival e que ela apareça.
- Obrigada Senhora Carmem, muito obrigada por tudo, me desculpe pelo incomodo que lhe causei...
Imediatamente ela me interrompeu:
- Você não me incomodou nenhuma vez si quer, já a considero como uma neta. - terminou a frase enquanto se reestruturava.
- Mais uma vez muito obrigada- lhe disse dando um grande sorriso de alegria, pois não conhecia minha avó paterna e a materna havia morrido há muitos anos.
- e não se preocupe, pois tudo tem seu tempo. Ele também chegará para você e você terá dias lindos. – disse-me dando o ultimo abraço antes de partir.

Na viagem tentei decifrar o que me dissera a senhora, mas cada vez que pensava mais confusa ficava então decide deixar pra lá, como ela havia dito, o tempo chegaria. Minha vida voltou ao normal, se é que posso chama-la de normal, tudo parecia bem, a escola ia bem, em casa ia tudo tranquilo, no trabalho também, mas alguma coisa me incomodará. E eu sabia o que era eu havia me apaixonado por dois olhos azuis os quais pertenciam a um dono qual nem sabia o seu nome, fazia quase dois meses que havia voltado, quando um caminhão estacionou na frente da loja e minha tia me chamara.

- Rose, me dê uma ajudinha aqui! – disse correndo pra fora da loja.

Corre para ajuda-la, pois era um caminhão carregado com flores vindas da senhora Carmem, eu estava louca para ver as flores que eu ajudara a crescer, assim como minha tia fazia, fui até a parte traseira do automóvel e procurei um caixote que pudesse carregar. Quando uma voz me atraiu a atenção.

- Pegue este aqui. - Ele falou oferecendo um caixote com orquídeas azuis.

Eu estava sem palavras, extasiada. Num segundo após me senti enrubesce, então me aprecei e peguei o caixote, mas na minha presa acabei esbarrando numa pilha deles. Resultado, flores para um lado eu pro outro, no chão só conseguia pensar no quão idiota estaria parecendo. Que não percebe sua aproximação.

- Você está bem? - disse ele enquanto fazia uma cara de preocupado ao mesmo tempo em que mostrava gentileza ao estender a mão direita em minha ajuda. Eu observava cada detalhe...
- Pode se levantar? - disse ele ainda com a mãe estirada.

Pensamentos interrompidos, não sabia o que fazer ou falar, até ele piorar tudo com um sorriso como se soubesse o quão idiota me sentia. Então simplesmente balancei a cabeça e respirei fundo e me apoiei em sua mão para levantar.

- Foi um tombo e tanto, tem certeza que está bem? - falou olhando diretamente em meus olhos.
- Estou ótima. - falei enquanto desviava o seu olhar.
- Que bom, por um minuto fiquei preocupado que tivéssemos que leva-la a um hospital. - disse rindo como se tentasse fazer uma piada.
- Hospital?! Rose aconteceu alguma coisa? - Minha tia apareceu no momento pra me salvar de mim mesma.
- Só tropecei na pilha de caixotes. - falei enquanto apontava pra pilha agora no chão. - Mas estou bem, não foi nada. Ele só me ajudou a levantar.
- Que alivio, obrigada Noah. Em falar nisso como vai sua avó?
- Bem, na plantação como sempre. Pediu pra que lhe dissesse que espera você no próximo festival, sem falta.
- Kkkkkkkk... Diga a Carmem que estaremos. - disse minha tia enquanto voltava para dentro da loja.
- A Senhora Carmem é a sua avó? - não consegui guarda a pergunta.
- Sim, você não se lembra de mim? Do campo de orquídeas? - Ele perguntou com uma cara intrigada ao mesmo tempo em que se aproximava mais de mim. Tive que me manter calma, era obvio que eu lembrava.
- Sim, claro. Mas não pensei que fosse neto...
- Na verdade nem sei se sou mais neto dela, agora ela só fala de você quando a visito. Você roubou meu lugar de neto. - disse com um jeito serio, mas um sorriso debochado nos lábios.
- Não acho que ela expulsaria alguém do seu coração, ela é uma senhora muito boa. - falei olhando fixamente pro chão.
- Kkkkkkkk.. Você é mesmo com uma flor. - disse ele com o mesmo sorriso pelo qual me derrete na tarde em que nos conhecemos. Meu coração pulou mais do que já pulara em uma vida inteira. Pra tentar fugir de passar como uma idiota a tarde inteira, decidi que voltar ao trabalho dentro da loja era a melhor opção.
- Bem vou voltar ao meu posto, antes que cause mais estragos a alguém. - disse enquanto sorria e me direcionava a porta da loja.
- Então nos vemos mais tarde. - respondeu com um sorriso e uma ceno, que me fizeram sentir dentro de um filme qualquer de romance.

O resto da tarde passou como um piscar de olhos, poucos foram os clientes que apareceram naquele dia, então fui ajudar a estocar as flores recém-chegadas. Lá dentro eu não corria perigo de me encontra com o Noah, só ai percebe que tinha descoberto seu nome. Mas no mesmo instante pensei que isso não fazia diferença já que eu não me atreveria à chama ló pelo nome. Largue um pouco mais cedo naquele dia, por volta das 16h20min, só 40 minutos mais cedo, o que significava chegar a casa  20 minutos antes do horário.

Mas o que eu não esperava era que eu chegaria mais tarde em casa, tão tarde como nunca e mesmo sendo tão tarde, teria tão pouco tempo passada pra mim, que eram como se tivesse utilizado os 20 minutos para chegar amis cedo em casa. Como também não sabia que por chegar tão tarde, teria problemas inimagináveis em casa.

~ Stop ~

Bem minna, nem sei se ficou maior ou menor que os demais capítulos :S, Mas espero que tenham gostado dele, tive um trabalhinho pra desenrolar esse @.@.
Tinha prometido a uns meses [3 meses atrás] que postaria o capitulo, mas com as conturbações nos cursos não tinha tempo :S Então to postando hoje ^~^.
Sobre o nome do Noah, sugestão de uma amiga [eu pedi ajuda pra escolher a ela xD], e se pronuncia "Noan".
Bem para aqueles que preferem ler o capitulo em páginas de PDF, abaixo é só baixar o capitulo no formato e ler xD .

Capitulo III

Macadores :

3 Comentários sobre: "As flores que murcharão - III"

Finalmente! Gostei do nome dele *o* nem consigo pronunciar XD
Eu quero o proximo!

Enfim saiu o capítulo :D
Eu quero o próximo!!²

Que bom que gostaram *-*
Vou começar o próximo capitulo, mas só quando eu consertar meu pc, pq meu HD foi pro espaço T.T
[De LUTO]

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