As Flores que murcharão - II

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Hey minna o/ voltamos com mais uma maluquice da marry
  Pois bem, vamos para mais uma viagem maluca e totalmente sem noção. xD
Agora SENTA... que lá vem história *--*
SIM, SIM. senta que la vem a continuação da fic one short *-*


As Flores que murcharão II

Naquele dia cheguei tarde na casa da Senhora Carmem, uma idosa viúva, por volta dos seus 50 anos, tinha uma aparência serena, sua pele branca fazia contraste com seus olhos negros, seus cabelos grisalhos davam-lhe um carisma único. Foram os mesmos olhos negros demostravam preocupação e espanto.

- Rose! Por onde você estava? - indagou ela com um tom de alivio.
- Desculpe-me Senhora Carmem, o campo de orquídeas me conquistou mais que o esperado.
   Não só as orquídeas haviam me encantado profundamente, porém, no exato momento me veio a mente que mesmo depois de conversarmos por horas, nem sequer sabíamos o nome um do outro.
- Rose esta me escutando? - perguntou confusa a mim.
- Desculpe-me, fiquei meio aérea, isso não irá se repetir. - garanti a ela, entrando na casa.
- Essa menina, ai tem passarinho verde. - disse a senhora Carmem em voz alta, como se falasse pra si própria, dando uma gostosa risada.

Escutei sem dar muita importância, queria mesmo era um banho demorado e  depois pular numa cama, foi exatamente o que tentei fazer. Mas não conseguir parar de pensar no campo, nos olhos azuis de um garoto alto, pele clara, cabelo médio cor castanhos claro. A imagem daqueles olhos não saiam da minha mente, sempre que fechava os olhos podia ver claramente. Não sei dizer em que certo ponto da noite peguei no sono, mais assim que percebe que o sol surgiu, dei um pulo da cama. Tomei um banho e fui a cozinha o cheiro que vinha de lá era reconfortante, ainda mais quando não havia jantado na noite passada.

- Bom dia Senhora Carmem! - falei sentando numa das quatro cadeiras da mesa.
- Bom dia! Já ia acorda-lá. - falou  enquanto colocava uma travessa de frutas fatiadas na mesa.
- Hum... - falei pegando uma fatia de melão.
- Como foi a vista dos campos de orquídeas ontem? - perguntou enquanto se sentava.
- Be-bem... estava lindo e o clima ajudou muito. - falei, quase gaguejando, tive a impressão de estar completamente corada.
- Verdade este clima trás muitos passaros verdes. - falou ela rindo, enquanto levava a xicara de café a boca.
- Passaros verdes?! - indaguei sem entender completamente nada.
- Você entenderá. - afirmou ela com um grande sorriso.

Depois do café pensei em fazer uma corrida, mas a comida no meu estogamo lembrará o pouco tempo da digestão, então fui cumprer meus afazeres com o jardim, fui até a área de serviço e busquei o kit de jardinagem, uma bolsinha que continha um gasto par de luvas; um rolinho quase no fim de arame verde; um alicate/tesoura para podar as plantas; 2 pás; um garfo jardineiro; um pulverizador ou burifador de água; e claro não menos importante um extrator de ervas daninhas.

Assim que conferi se tudo estava na bolsinha fui direto ao jardim de entrada da casa que era divinamente variado, tão variado quanto possivel. Começei pelas rosas que davam mais trabalho, burifando água nos botões, ali alguns dias depois da minha partidas varios deles estariam abertos dando um bom dia ao sol. Meus pensamentos foram enterrompidos.

- Rose, não se esqueça de borifar as orquídeas nos fundos, elas precisam de cuidados extras neste clima. Estou indo visitar minha amiga no hospital da cidade vizinha, volto pelas 18 horas, o almoço esta no local de sempre, não esqueça de trancar tudo quando sair. - discursou a senhora com uma pequena mala no anti braço e um chapeu na cabeça.
- Sim, Senhora Carmem. - disse lhe dando tchau com a mão livre.

Depois de concluido todo o processo no jardim dianteiro, fui ao quintal dos fundos, lá estavam elas as orquideas, tão frágeis.  Burifei com cuidado em cada uma delas, mais elas não estavam me fazendo bem, pois cada uma delas me fazia lembrar o encontro no dia anterior. E cada vez que me recordava um aperto asolava meu peito. Constatei que não poderia ser algo normal, então decide  que devia me deitar antes que tivesse algum outro sintoma.

Quando dei por mim ja passavam do meio dia, corre para tomar banho e almoçar. Tentei ver um pouco de televisão, mas nada que passava nos canais me interessava, não importanva quanto eu mudace, porém, minha inquietação não deixara meu peito desde a manhã. Acabei indo ao campo de orquideas novamente, na verdade não sabia como conseguir chegar lá, recordava que havia trocado diversas vezes de roupa até achar que estava natural o bastante.

 Naquele dia eu não sabia ao certo o que eu buscava, ou o que esperava, contudo tinha certeza que era tão azul quanto o céu. Mas nada parecido com isso apareceu, fiquei mais de 6 horas sentada ali, onde nada acontecia, nada além das mudanças das nuvens e do vento. Voltei pra casa, ja estava bastante escuro, a senhora Carmem ja estava em casa quando cheguei, o que me espantou, ao olhar o relógio vi que ja passavam das 19 horas. Aproveitei que ela estava ocupada na cozinha e fui praticamente correndo pra cama, não queria que ela me visse no estado que estava, chorando. Chorando por algo que eu mesmo não podia compreender.

Rapidamente peguei no sono em meio as lágrimas, na manhã seguinte com os olhos um pouco inchados tomei meu explendido café da manhã, a senhora havia caprichado neste ultimo café da minha viagem. Ela pareceu notar meu estado, mas com gentileza não fez perguntas. Durante a refeição concordamos em visitar pela ultima vez o campo de orquideas, num piquinique. Depois de arrumada a cozinha a acompanhei nas compras na cidade, precisavamos compras os ingredientes do piquenique assim como alguns ultencilhos de jardinagem como um novo rolo de arrame verde.

Em casa arrumamos o necessário e fomos ao nosso piquenique, a tarde se decorreu abrasadora e quietante. Os passáros voavam em zique zaque no céu tão azul quando aquela tarde, as flores continuavam lá daçando no ritmo do vento,  Contudo algo não estava certo, não podia estar, sentia falta de algo, e como magica os olhos azuis surgiram na minha mente, então pude compreender o que buscava e que era quilo que faltava para que tudo estivese "quase" perfeito.

~~~ Stop ~~~
Bem minna esse ficou maior que o outro e ainda assim não conseguir concluir meus pensamentos sobre a história, então com certeza terá outro capitulo, que como por milagre ja esta começando a ser feito xD
Espero que saia tão facil e rápido como esse ^~^
Bem espero que tenham gostado de mais momentos dramaticos kkkkk...
Final Dramatico? OU Final Feliz?
Continuem suas apostas... pois ainda não é o fim ;)
Depois volto minna com mais fics ou seja la o que for 

Capítulo II

Macadores :

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